Maduro suplica paz em carta à Trump

José Raimundo
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O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, escreveu ao presidente dos EUA, Donald Trump, dias após um ataque americano a um suposto navio de tráfico de drogas, oferecendo-se para dialogar diretamente com o enviado especial Richard Grenell. A carta tem um nível de suplicar a paz.
Na carta, compartilhada no Telegram pela vice-presidente venezuelana Delcy Rodríguez , Maduro nega qualquer vínculo com o tráfico de drogas — chamando as acusações de “notícias falsas, disseminadas por vários meios de comunicação” — e propõe “uma conversa direta e franca com seu enviado especial”.
A carta, assinada pelo presidente venezuelano, é datada de 6 de setembro, quatro dias depois de um ataque dos EUA ter matado 11 venezuelanos a bordo de um navio que, segundo Washington, estava sendo usado para transportar drogas.
O governo Trump acusa Maduro de ser um dos maiores traficantes de drogas do mundo e de colaborar com cartéis para inundar os Estados Unidos com cocaína com fentanil. Em agosto, o governo dobrou a recompensa por sua captura para US$ 50 milhões.
As crescentes tensões entre os dois países levaram os Estados Unidos a enviar navios de guerra para a região, no que descreveram como uma operação antidrogas. Maduro, no entanto, afirma que se trata de uma tentativa de mudança de regime. Em resposta, a Venezuela lançou exercícios militares, exibiu seus caças de fabricação russa como demonstração de força e afirma ter mobilizado milhões de militantes. Maduro sem desenvolver a produção de petróleo apesar de ter a maior reserva , partilhou o pais com Cártel de Soles , liberando caminho para enviar drogas aos EUA.

Por Tulio Ribeiro

 

 

 

 

 

 

 

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