Fonte: Forbes Brasil
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O atual presidente da República avalia nomear seu vice como ministro da Fazenda em um possível novo mandato. A medida visa fortalecer a confiança do mercado financeiro e atrair eleitores de centro, especialmente após o resultado do primeiro turno das eleições.
A proposta, ainda em discussão, permitiria ao vice acumular as funções, consolidando sua influência na política econômica e garantindo estabilidade no cargo. O vice é visto como um moderado com bom trânsito no empresariado.
Essa estratégia busca reverter a desvantagem no primeiro turno e responder às preocupações com a credibilidade fiscal, atraindo eleitores que buscam moderação e se mostram insatisfeitos com a atual direção política.
A estratégia também teria um componente eleitoral. A campanha de Lula pretende disputar eleitores de centro que demonstram preocupação com a situação fiscal do país, mas que resistem à candidatura de Flávio Bolsonaro.
Lula já indicou publicamente que pretende explorar o histórico administrativo de Alckmin durante a campanha. Em pronunciamento após a apuração do primeiro turno, o presidente afirmou: “ninguém neste país tem autoridade moral para falar de política fiscal e seriedade fiscal pra mim e para o Alckmin, pelo que ele fez no Estado de São Paulo e pelo que nós fizemos no Brasil”.