CPMI consegue assinaturas para prorrogar investigação no escândalo do INSS e tenta convocar Lulinha

José Raimundo
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A oposição ao governo Lula conseguiu obter o número mínimo de assinaturas para prorrogar os trabalhos da CPMI do INSS. Foram obtidas, até o momento, as assinaturas de 175 deputados e de 29 senadores.

Segundo o deputado Marcel Van Hatttem (Novo), não houve assinatura de petistas dessa vez. “Em menos de 24 horas conseguimos obter todas as assinaturas”, disse o parlamentar pelas redes sociais.

“Protocolamos esse requerimento hoje (sexta-feira, 19) para que nós possamos submeter à leitura do presidente do Congresso Nacional para que os trabalhos não parem”, declarou ele.

A CPMI termina seus trabalhos em 28 de março de 2026, mas com a possibilidade de prorrogação, ela poderia se estender até julho do ano que vem.

A operação da Polícia Federal de quinta-feira mirando o senador Weverton Rocha (PDT-MA) e as revelações ligando Fábio Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula, ao esquema de roubo de aposentadorias de um novo fôlego ao colegiado. Tanto que o relator da CPMI, o deputado Alfredo Gaspar (União-AL), pediu a convocação de Lulinha.

Em mais uma ramificação,a CPMI do INSS aponta o senador Weverton Rocha como um dos chamados ‘peixes grandes’ no esquema.

O outro nome na mira da comissão é o do ex-ministro da Previdência Carlos Lupi (PDT). Sobre Weverton, a esperança da CPMI era que a PF pudesse desdobrar eventuais relações dele com o empresário Gustavo Marques Gaspar.

Por Túlio Ribeiro

 

 

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