Ataques dos EUA no Irã, com auxílio de inteligência artificial, intensificarão a busca da China por autossuficiência tecnológica, dizem analistas. Analistas afirmam que a militarização da IA impulsiona ainda mais a busca da China por chips e infraestrutura nacionais.
Segundo relatos, os EUA utilizaram os sistemas da Anthropic na campanha contra o Irã, inclusive para avaliações de inteligência, identificação de alvos e simulações de cenários de batalha.
A inteligência artificial tornou-se uma força mais poderosa no campo de batalha, com o uso de ataques assistidos por IA pelas forças armadas dos EUA contra o Irã, ressaltando o que os analistas consideram a “urgência” para a China acelerar seus esforços rumo à autossuficiência tecnológica.
Segundo reportagens do The Wall Street Journal e da Reuters, o Departamento de Defesa dos EUA implantou os sistemas da Anthropic na campanha contra o Irã mesmo após o colapso do acordo. A tecnologia foi usada para avaliações de inteligência, identificação de alvos e simulações de cenários de batalha, de acordo com uma das reportagens.
“A militarização da IA é um alerta para toda a indústria”, disse William Wei, vice-presidente e diretor de operações da empresa chinesa de cibersegurança WebRAY. “Isso ressalta a urgência da autossuficiência tecnológica.”
Em forma conclusiva, essa guerra reforça a corrida armamentista bem como a disputa entre Estados Unidos e China para maior avanço na tecnologia da Inteligência Artificial, especialmente em momentos de guerras espalhadas pelo mundo, como fazer uma utilização eficaz e eficiente deste conhecimento na utilização bélica.
