Cláudio Botafogo Messias-OnLine-22-02-2018- quinta-feira

ILEGALIDADE LEGALIZADA É BRASIL

Mesmo com uma boa intenção, mas disso inferno está cheio, já diz o adágio popular, o vereador José Américo dos Santos Silva (Bigode do Santa Maria) não pode transgredir a legislação, sobretudo, porque é um cidadão investido do poder de legislar. Ele quer passar por cima do Código de Trânsito Brasileiro, que não contempla a modalidade do transporte do tipo “táxi-lotação”. O projeto de Bigode, para agradar seus eleitores da Terra Dura ou Santa Maria em Aracaju, quer “legalizar’ os clandestinos, que atuam naquele bairro e outros da zona de expansão da capital sergipana. A população tem necessidade de mais transporte, mas não pode ficar à mercê de pessoas sem qualquer tipo de registro, que possa identificá-las, quando necessário. Ao tentar cumprir uma promessa de campanha, Bigode extrapola e tenta mudar uma lei nacional, para satisfazer a sua conveniência política. Os taxistas legalizados, que já sofrem a concorrência desleal dos aplicativos, estão corretos em defender seus interesses.

CLANDESTINIDADE

Boa parte dos “taxista clandestinos da Terra Dura”, exerce alguma função e o táxi é apenas um bico. Outros até sustentam a família com o trabalho, mas esta situação deve ser analisada pelo poder público, para que eles não fiquem desamparados. Os moradores precisam de mais transporte público, sobretudo, no final de semana, onde é reduzida a frota. Não é com um projeto eleitoreiro que o problema será solucionado. Bigode do Santa Maria tem muito mais o que fazer pela população daquele bairro do que dá legalidade ao que é ilegal.

BURACOS

O vereador José Américo dos Santos Silva (Bigode do Santa Maria) deve cobrar da administração pública municipal a execução de obras de infraestrutura e saneamento básico, para tirar o povo da lama e da poeira. Um exemplo disso são as péssimas condições da Avenida Alexandre Alcino ou Principal, que causa transtornos aos pequenos comerciantes e prejuízos para proprietários de veículos, entres outros problemas. Várias vias da Terra Dura precisam de pavimentação, para acabar com a buraqueira.

INSEGURANÇA

O deputado estadual Georgeo criticou a falta de uma política efetiva de segurança pública. Segundo ele, são desenvolvidas somente ações pontuais quando grandes crimes são cometidos. O líder da oposição, expôs ainda outros gargalos dessa área que resultam na escalada da violência nos últimos anos.

SUCATEADA

“Temos hoje uma Polícia Civil sucateada, sem estrutura e com um efetivo com idade avançada, pois o Estado não convoca os aprovados no último concurso para substituir essa mão de obra. Além disso, estamos com um baixo efetivo na Polícia Militar. Com menos homens menos condições de dar a pronta resposta que o combate ao crime merece”, analisou Georgeo Passos.

POUCO FAZ

“Um Governo que prometeu concurso para a área de segurança, mas que até agora não publicou o edital. Um Governo que fala muito mas faz pouco, que vive de fazer propaganda. Temos um Fundo de Combate à Pobreza onde não vemos seus recursos sendo utilizados da maneira devida. Esperamos uma pronta resposta. Não queremos que Sergipe fique sem controle, sem condições de dar segurança ao seu povo”, completou Georgeo Passos.

PROMESSAS

Georgeo Passos lembrou ainda que na semana passada, conforme aconteceu nos anos anteriores, a mensagem do governador Jackson Barreto para a Assembleia Legislativa prometeu mais segurança para a população. O texto, lido pelo vice governador Belivaldo Chagas afirmou que os números mostram melhorias nesta área durante esta gestão – fato este refutado por Georgeo.

ESTADO IRREAL

“Não sei em que Sergipe o governador vive, pois o Sergipe real, onde o povo vive, está sofrendo muito com a violência. É um Estado diferente da publicidade governamental. Não podemos mais tolerar que o menor Estado da federação seja campeão da violência como estamos vendo, com pessoas perdendo entes queridos e sua tranquilidade”, finalizou o deputado.

CADASTRAMENTO

Com intuito de atualizar os dados cadastrais a fim de definir políticas de valorização do servidor público, bem como proteger o erário, a Prefeitura de Maruim, através da Secretaria Municipal de Administração e Recursos Humanos, iniciou segunda-feira (19) o recadastramento dos servidores públicos municipais inativos e pensionistas. O ato está fundamentado no Decreto nº 04/2018, publicado em 9 de Fevereiro de 2018, na Edição nº 552, do Diário Oficial do Município.

OBRIGATÓRIO

O recadastramento é obrigatório e deve ser efetuado pelo beneficiário até 21 de março de 2018, das 8h às 12h, na Secretaria Municipal de Administração e Recursos Humanos, na sede da Prefeitura, situada a Praça Barão de Maruim, na região central da cidade.

DOCUMENTAÇÃO

Para a realização do recadastramento, o beneficiário deve apresentar os seguintes documentos: ficha de recadastramento, que pode ser retirada na Prefeitura, órgãos municipais e no site oficial [maruim.se.gov.br]; documento de identidade; título de eleitor e comprovante da última eleição; CPF; certificado de reservista ou dispensa, para os beneficiários do sexo masculino; comprovante de residência atualizado; certidão de nascimento, quando for o caso; contracheque atualizado dentro do período dos últimos três meses; extrato bancário do último mês e uma foto 3x4.

PROVA DE VIDA

A participação do beneficiário, além de contribuir para a atualização de dados, garante a prova de vida ao município. A ausência do recadastramento pode provocar a suspensão do benefício. Mais informações podem ser obtidas no site oficial do município, através do e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou pelo telefone (79) 3275-1371.

VENCEDORA

 Torre Empreendimentos vence a maioria dos lotes e abocanha três contratos que totalizam mais de R$ 70 milhões para realização da coleta de lixo e limpeza da cidade. Em contrapartida, a Cavo perderá o contrato definitivamente que mantém com a Prefeitura de Aracaju, de forma emergencial para realizar esta mesma atividade. O presidente da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), Luiz Roberto Dantas de Santana, anunciou a conclusão do processo licitatório, mantendo o resultado divulgado pela Comissão de Licitação no dia 17 de janeiro deste ano.

MENOS GASTOS

Com a licitação do lixo, segundo cálculos do presidente da Emsurb, Luiz Roberto, a Prefeitura de Aracaju está proporcionando uma economia de R$ 7 milhões anuais, o que representa 9% do contrato emergencial. O presidente explica a disparidade no preço, destacando que a licitação, por se tratar de prazos mais longos, as empresas têm a alternativa de diluir o nível de investimento. “Sempre o contrato definitivo o preço é inferior ao contrato emergencial”, justifica.

SÓ UM

A Torre perdeu apenas um lote, que será dominado pela BTS, que apresentou o menor preço para realização da varrição manual de vias e logradouros públicos, varrição mecanizada de vias e logradouros públicos e limpeza mecanizada de praias. Este contrato terá valor global de quase R$ 7,1 milhões.claudio

PARALISAÇÃO

Cerca de 22 vigilantes terceirizados contratados pela Fundação Renascer cruzaram os braços e paralisaram as atividades na manhã de ontem, quarta-feira, 21, em protesto à falta de pagamento dos salários. A greve marcada para a próxima sexta, 23, foi antecipada para hoje. Os trabalhadores fazem a vigilância patrimonial da o Centro de Atendimento ao Menor (Cenam), Unidade Socioeducativa de Internação Provisória (Usip), os dois centros de Atenção à Saúde de Sergipe (Case) e da própria Fundação.

TRÊS MESES

De acordo com o Sindicato dos Vigilantes do Estado de Sergipe (Sindivigilantes) já são três meses sem receber salários e gratificações como auxílio-alimentação. “São três meses sem pagamento e sem perspectiva. O que o gestor diz é que o estado não está fazendo repasse”, informa o diretor de comunicação do sindicato Carlos Santos.

RISCOS

Segundo o diretor, órgãos como o Cenam ficam expostos a riscos sem a presença dos vigilantes, mas não é possível voltar ao trabalho sem receber a remuneração. “Os vigilantes fazem a segurança patrimonial. Sem eles, o entorno fica fragilizado. Mas infelizmente não iremos retornar aos trabalhos enquanto os salários não forem pagos”, explica.

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