O QUE QUER VALADARES?
Doido para voltar a governar Sergipe e seria ótimo encerrar a sua carreira política vitoriosa no comando do seu Estado, o senador Antônio Carlos Valadares, PSB, tem conversado com lideranças políticas que não comem na mesma panela de Jackson Barreto de Lima e um desses políticos é o empresário Clóvis Silveira, que está à frente do PPS.
APOIO
O PPS poderá candidato majoritário ao Governo de Sergipe, porque Clóvis conseguiu estruturar o partido, mas, também, poderá compor a chapa majoritária com o senador Valadares. Tudo é possível.
SEM JB
No troca-troca de sigla, o novato e competente deputado estadual Georgeo Passos, que é uma surpresa no parlamento estadual, fazendo lembrar Marcelo Déda e outros bons parlamentares que por lá passaram, deixa o PTC, mas não diz qual o seu destino para tentar o segundo mandato. Uma coisa garante: não vou para onde Jackson Barreto estiver.
NA HORA CERTA
Líder da oposição na Assembleia Legislativa, Georgeo Passos disse que deixará o PTC, só não irá para onde estiver o governador Jackson Barreto. “O que eu posso dizer é que sairei do PTC na hora certa”, afirmou Georgeo, porém não disse para qual partido irá.
DEPUTADO
O prefeito de Ilha das Flores, Cristiano Beltrão (PSC), tem nome sondado nos bastidores para disputar mandato de deputado estadual em 2018.
COM TODOS
Hábil, o alagoano Cristiano Beltrão tem ligação com o senador Eduardo Amorim (PSDB) e com o deputado André Moura (PSC), mas mantém boa amizade com o governador Jackson Barreto (PMDB) e com o deputado federal Fábio Reis (PMDB). Portanto, pode caminhar por diversos grupos políticos, sem arestas. Claro que a sua candidatura tira o sono de muita gente.
DESEMPREGADO
Num gesto corajoso, descontentando aliados e amigos, o prefeito de Cristinápolis numa canetada só exonerou 330 cargos em comissão. Com isso, a folha do município reduz e os cofres municipais poderão estancar o sangradouro. Resta saber se ele suportará a pressão. João Dantas dos Santos parece ter couro grosso. Vamos esperar, porque pode ser apenas uma jogada de marketing e para que as coisas voltem ao seu controle, mantendo os exaltados no cabresto, para não perder a manada.
ESPECIAL
João Dantas só manteve comissionados essenciais para algumas áreas como médicos e professores. O prefeito João Dantas dos Santos, usou o argumento de que o valor da folha de pagamento gira em torno dos R$ 2,7 milhões, e que a medida irá aliviar as contas do município.
NO BOLSO
As pessoas com mais de 70 anos beneficiadas com o saque das cotas do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) poderão ir mais cedo ao Banco do Brasil (BB) para agilizarem o atendimento. Até 31 de outubro, 1.334 agências da instituição financeira em todo o país abrirão uma hora mais cedo para atendimento exclusivo aos cotistas do Pasep. A lista das unidades com horário especial está disponível na página da internet
CRITÉRIOS
De acordo com o BB, que opera o Pasep, as agências com horário estendido foram escolhidas com base em critérios como a previsão de adensamento de cotistas do Pasep com direito a saque. O banco também levou em conta a estrutura das unidades.
70 ANOS
Pessoas a partir de 70 anos que tenham contribuído com o Programa de Integração Social (PIS) ou o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) poderão sacar as cotas nos fundos. A retirada é válida somente para os trabalhadores com carteira assinada que contribuíram para algum dos dois fundos até 4 de outubro de 1988.
FALECIDOS
Em 17 de novembro, começará o saque para aposentados. Em 14 de dezembro, a retirada será liberada para homens a partir de 65 anos e para mulheres a partir de 62 anos. Não há data limite para os saques. Os herdeiros de cotistas falecidos podem sacar o dinheiro a qualquer momento.
SEM DIREITO
Quem contribuiu após 4 de outubro de 1988 não tem direito ao saque. Isso ocorre porque a Constituição de 1988 passou a destinar as contribuições do PIS/Pasep das empresas para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que paga o seguro-desemprego e o abono salarial, e para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
SEMINÁRIO
Hoje, sexta-feira, 20, a Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) receberá o seminário “O Modelo de Reorganização do Setor Elétrico e a Defesa da CHESF como Entidade Pública”. A atividade é uma parceria entre a Comissão de Agricultura e Meio Ambiente da Alese, representada pela deputada estadual Ana Lúcia (PT) e a Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados, representada pelo deputada federal João Daniel (PT-SE).
CONVIDADOS
Foram convidados para participar como palestrantes o representante do Instituto de Desenvolvimento Estratégico do Setor Elétrico (Ilumina), João Paulo Aguiar; a representante da Secretaria de Energia da Confederação Nacional dos Urbanitários, Fabíola Antezana; o presidente do Sindicato dos Eletricitários do Estado de Sergipe (Sinergia-SE), Sérgio Alves; e o supervisor técnico do Escritório Regional/SE do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Luís Moura, além de representantes do Governo do Estado, de prefeituras, de Câmaras municipais além de entidades ligadas ao tema.
TENSÃO
Para a deputada Ana Lúcia o seminário acontece em um momento de tensão em que o Governo Federal demonstra o interesse em privatizar a Eletrobrás. “O Governo golpista já deu claros sinais de que quer privatizar a Chesf e a Eletrobras e nós devemos nos organizar para impedir que isso aconteça. A privatização da Eletrobrás, em especial da Chesf, significa a privatização das águas, pois os rios onde estão instaladas as barragens serão utilizados com a finalidade exclusiva de gerar lucro.”
MAIS POBRES
A parlamentar ainda ressalta que a privatização da Chesf atingirá principalmente a população mais pobre e que mais necessita das águas do rio São Francisco. “São cerca de 35 milhões de pessoas que moram no entorno da bacia do São Francisco. Com a privatização, essa população será diretamente afetada visto que a tarifa social não existirá mais já que as empresas privadas visam apenas os lucros nas suas atividades”.
VIAGEM
O deputado Antônio dos Santos (PSC), falou sobre a viagem que fez recentemente à Brasília, quando foram discutidas as emendas do Orçamento e foi verificada uma angústia dos prefeitos sergipanos. “Vimos uma angústia e expectativa de conseguirem algum recurso via emendas que possam levar para os seus municípios esperança de algum investimento. A partir do momento que as emendas passaram a ser impositivas, isso gerou uma porta de saída”, afirma.
GESTO
Pastor Antônio disse ainda ter percebido o gesto da bancada de oposição em Brasília, em propor um entendimento que viesse contemplar os municípios sergipanos. “O senador Eduardo Amorim reuniu nos eu gabinete, todo o agrupamento e a coordenação da bancada, alertando ser preciso fazer um entendimento para ajudar. Ao invés de direcionar para um só local e percebendo a angústia dos prefeitos, que dividisse. O Governo indicaria a metade das emendas de bancada e a outra metade ficou com a oposição para ratear com os municípios sergipanos. Eu e o deputado Georgeo participamos da reunião e assinamos embaixo porque vai ajudar na administração de cada um. Pude perceber a boa vontade de ajudar o Estado e quero parabenizar o grande gesto elogiado pelo governador Jackson Barreto, quanto ao entendimento acertado pela bancada sergipana em Brasília”, acrescenta.</ p>