Cláudio Botafogo Messias-19- de Julho de 2017-quarta-feira

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SEM DINHEIRO O Governo do Estado poderá atrasar o duodécimo – recurso destinado aos poderes Legislativo e Judiciário – para priorizar a conclusão da folha de pagamento dos servidores do Estado. A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) revela que a queda na receita estadual é o principal motivo para as dificuldades. EXPOSIÇÃO De acordo com o assessor de Comunicação da Sefaz, Helber Andrade, o Governo do Estado procurou os poderes Legislativo e Judiciário para expor a situação e buscar um acordo. “Em função da queda na arrecadação e da dificuldade em pagar os aposentados, o Governo do Estado expôs aos poderes, de forma antecipada, que haverá a possibilidade de não efetuar o repasse do duodécimo na data prevista, que é o dia 20, para priorizar a conclusão do pagamento dos aposentados que está previsto para o dia 21”, explica. MAIS ATRASO A Sefaz disse também que há uma estimativa de redução de R$ 70 milhões na receita estadual, que vai impactar diretamente no pagamento dos servidores. Ainda de acordo com a Sefaz, neste momento, não é possível prever se vai haver no mês de agosto parcelamento dos salários dos demais servidores ou um novo atraso no repasse do duodécimo. DIA 26 A assessoria de comunicação da Assembleia Legislativa disse que diante das dificuldades, a casa não cria nenhum obstáculo à decisão do Governo do Estado. A assessoria acrescentou que pagará os salários dos seus servidores no dia 26. CONSULTA Já a assessoria de comunicação do Tribunal de Justiça informou que consultará a presidência do órgão para poder se manifestar sobre o assunto. Em virtude do horário do fechamento da matéria, a assessoria explicou que só poderá enviar um posicionamento nesta quarta-feira, 19. GRANA NO CAIXA O TCE, por meio de sua assessoria de comunicação, disse que vai efetuar com recursos próprios o pagamento dos seus servidores na data correta, que é o dia 20. VAI FECHAR A Casa Maternal Amélia Leite, localizado no bairro Suissa, busca recursos para reiniciar as atividades de assistência a crianças em situação de vulnerabilidade social. As aulas foram suspensas porque todos os alimentos e equipamentos de cozinha foram furtados no último fim de semana. A estimativa é de um prejuízo de R$ 15 mil. SENADORES Continuam em tramitação procedimentos judiciais no Supremo Tribunal Federal (STF) que investigam condutas suspeitas dos senadores sergipanos Eduardo Amorim (PSDB) e Maria do Carmo Alves (DEM), que teriam sido beneficiados por ‘Caixa 2’ em campanha eleitoral. Em relação ao senador Eduardo Amorim também pesa acusação por suposta fraude em licitações que teria ocorrido quando o parlamentar exerceu cargo de secretário da Saúde, durante a última gestão do ex-governador João Alves Filho (DEM) no Governo do Estado de Sergipe. REGULARIDADE Lideranças sindicais representantes dos servidores públicos do Estado de Sergipe estão concentradas em frente à sede do Instituto de Previdência do Estado de Sergipe (Sergipeprevidência), em um ato contra o parcelamento das remunerações dos aposentados. De acordo com o calendário do Governo do Estado, apenas foram liberados a parcela no limite de R$ 3,5 mil. SEM RECEBER Para o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nos Serviços Públicos do Estado de Sergipe (Sintrase), Diego Araújo, a maioria dos servidores vinculados a este sindicato foi contemplada por receber os menos benefícios da folha da Previdência Social do Estado, mas há categorias que estão, segundo enfatizou, sem receber o excedente por receberem remunerações em valores superiores a R$ 3,5 mil. FARMÁCIA POPULAR A decisão do governo federal de acabar com o programa Farmácia Popular vai fechar as 367 unidades em funcionamento em todo país, incluindo a situada em Aracaju, no bairro Siqueira Campos. O programa oferta cerca de 110 medicamentos gratuitos ou com descontos a população, e segundo o governo federal, os R$ 100 milhões hoje investidos no programa, serão revertidos ao Fundo Farmacêutico dos municípios. PREOCUPAÇÃO Os usuários mostram preocupação e temem ter que pagar pelos remédios, revelando dificuldade para encontrar medicamentos em postos. Coordenador Farmacêutico de Aracaju diz que não haverá desassistência.

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