Ricardo Marques nega que queria mandar na prefeitura e disse que seu foco é na pré-candidatura ao Governo de Sergipe

José Raimundo
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*Por Raimundo Feitosa

Respondendo a prefeita de Aracaju, Emília Corrêa, Ricardo Marques, vice-prefeito, disse que não queria mandar na gestão e sim ajuda-la na administração. “Eu apenas enviava oficio, não para a prefeita e sim para a pasta que tratava da demanda do povo”. Não sou um vice decorativo e sim participativo”, conta Ricardo, acrescentando que Emília recebia apenas um rascunho do documento, para que a gestão tivesse ciência do caso.

– A prefeita me acusou de fazer tal ato porque ela é mulher. Pelo contrário, pedia providência das necessidades do povo, com respeito e ética. Lamento muito esse episódio, mas, isso é uma página virada, meu foco agora é na pré-candidatura – comenta o vice-prefeito de Aracaju e pré-candidato ao Governo de Sergipe pelo PL.

Ricardo falou que a sua missão atualmente é tirar um grupo que está governado Sergipe há mais de 30 anos. Está trabalhando para eleger Flávio Bolsonaro na presidência da República e, no Estado, para o senado, Rodrigo Valadares e o Coronel Rocha. “Temos que dar emprego ao povo, resolver problemas da saúde, além de ouvir a população, quais são suas demandas”, pontua.

Sobre Valmir de Francisquinho, Ricardo Marques colocou que foi a Itabaiana algumas vezes para pedir ajuda ao prefeito, porque se sentia abandonado pelo grupo. Confessou que votou em Fábio Mitidieri no segundo turno das eleições passadas, por falta de opção, já que o outro candidato era do PT. “Tive posição”, afirmou.

 

 

 

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