O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), não hesita e volta a defender o narcotráfico. O chefe do executivo falou, em bom som, que a megaoperação da policia do Rio de Janeiro, quando resultou em 121 mortos, incluindo 4 policiais militares, foi uma “matança”. Alegou que, a determinação do juiz era para prender e não para matar. Informou que vai acionar a polícia federal no sentido de averiguar, com detalhe, a operação.
Essa fala do Lula repercutiu negativamente na imprensa tradicional. Alguns jornalistas ainda quiseram passar pano em sua fala, contudo, outros profissionais, comprometidos com a verdade entendem que o Governo está a favor dos traficantes. A esquerda sempre defendeu esse tipo de gente.
As pessoas mostram que o povo está a favor do governador Cláudio Castro que, virou herói de um dia para o outro, apesar de que, essa operação já havia sido planejada desde janeiro deste ano. A cada quatro pessoas, uma é a favor do tráfico, no Rio de Janeiro. Assim acontece com os cidadãos de bem em todo o Brasil.
BOLSA
Como é de costume no regime socialista, Lula vai dar bolsa narcotráfico para as famílias dos criminosos que morreram tentando matar policiais, pais de família, que deixaram seu lar em defesa da sociedade. Um lamento por mais de 120 eleitores da esquerda e, agora o Governo quer recompensar. Numa nítida clareza que o “crime compensa”.
SERGIPE
Sônia Meire, vereadora por Aracaju, do Psol, subiu na tribuna esta semana para defender bandidos, dizendo que a policia do Rio de Janeiro fez uma chacina e que é contra a violência e lamentou as mortes dos narcotraficantes. Meire foi aparteada por pares que concordaram com a fala da parlamentar.
Cabe uma reflexão: quantas mães choraram porque seus filhos, maridos e ente queridos foram vítimas letais desde subumanos que não respeitam a ninguém. Chega à informação de que, as igrejas evangélicas têm um papel preponderante na recuperação de jovens que saem do mundo do crime e voltam a viver em sociedade. A escolha é de cada um: vida ou morte. Escolham a vida.
Por Raimundo Feitosa, jornalista diplomado e editor-chefe da Gazeta Hoje