Michelle critica um Lula perdido por vitimizar traficantes

José Raimundo
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Diante do caos na segurança no Brasil, o Rio de Janeiro demonstrou para todos a realidade desesperadora . Lula da Silva parece um presidente perdido diante da inaptidão em saber tentar gerir o problema. Neste tiroteio entre traficantes vitimistas e a polícia destemida que enfrenta o conflito, quem mais está perdido é o petista.

Dentre outros postulantes ao planalto , a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, presidente do PL (Partido Liberal) Mulher, divulgou uma nota na 5ª feira (30.out) em que defende a megaoperação de 3ª feira (28.out) nos Complexos do Alemão e da Penha, no Rio, que deixou 121 mortos, incluindo 4 policiais. A ação policial mais letal da história da capital fluminense mobilizou 2.500 agentes de segurança. O objetivo foi desarticular a estrutura do CV (Comando Vermelho), principal organização criminosa do Rio. No texto “As mães e a (in)segurança pública”, o PL Mulher critica o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), citando o nome dele 8 vezes. O manifesto diz que Lula faz parte do “chamado Trio da Destruição”, colocando-o ao lado de Nicolás Maduro (Partido Socialista Unido da Venezuela, esquerda) e de Gustavo Petro (Colômbia Humana, esquerda), líderes da Venezuela e da Colômbia, respectivamente.

Referindo-se à imprensa em tom crítico , a declaração registra que “os narcoterroristas mortos não eram vítimas, mas algozes”, referenciando fala de Lula de que “traficantes de drogas também são vítimas dos usuários”. A declaração teve repercussão negativa e motivou nota da Secom afirmando que o governo “não tolera o tráfico” e mencionando resultados do combate às drogas e organizações criminosas.

“Colheram o que plantaram: violência, destruição e morte. Enfrentaram a polícia com bombas, drones e armamento pesado, mas foram derrotados porque o bem sempre prevalecerá, por mais que a imprensa – paga pelo governo com dinheiro do povo – tente vender a narrativa de que os narcotraficantes foram as vítimas”, diz o texto divulgado pela ex-primeira-dama.

“As escolhas dos narcoterroristas transformaram até suas próprias mães em vítimas da tristeza e da desolação. Nenhuma mãe gera um filho para o crime ou sonha com esse destino. Essas mães também sofrem pelas decisões de seus filhos e pelos governantes que, direta ou indiretamente, incentivam o crime em vez de combatê-lo”, prossegue.

O manifesto do PL Mulher conclui pedindo orações para o governo do Rio, policiais e familiares, moradores das comunidades dominadas pelo crime organizado e “por todos que defendem os cidadãos de bem”.

A rejeição é tamanha com a posição do governo federal em faltar apoio ao Rio de janeiro, quando foi pedido apoio a polícia federal e ela negou, que se transformou numa rejeição que atinge diretamente a imagem do presidente Lula e sua inércia diante a crescente situação de narco estado que apresenta o brasil. enquanto isso ele viaja e se oferece a ser mediado entre venezuela, seu aliado Maduro moros e e EUA, seu desafeto donald trum, o o ex-nazifacista que agora jura ter química , embora nada mudou sobre as taxações.

Por Túlio Ribeiro

 

 

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