Maduro deve pegar perpétua numa das piores prisões e delatar políticos do continente

José Raimundo
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A audiência de Maduro é esperada após helicópteros transportarem o líder venezuelano para Nova York. O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, compareceu perante um juiz em Nova Iorque neste domingo, após ter sido sequestrado, juntamente com sua esposa, por forças americanas em um “ataque em larga escala” na manhã de sábado (3). Quando do anúncio, o presidente Donald Trump verbalizou que o líder venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa foram capturados e retirados do país como parte da “Operação Resolução Absoluta”.

Nos últimos meses, as forças armadas dos EUA realizaram uma série de ataques contra embarcações suspeitas de tráfico de drogas, supostamente ligadas ao regime venezuelano, no Mar do Caribe e no Pacífico Oriental. A CIA realizou um ataque no final de dezembro contra uma área portuária na Venezuela que, segundo autoridades americanas, era usada por cartéis de drogas para carregar entorpecentes em barcos.

Até que um líder permanente seja encontrado, o governo dos EUA “administrará” a Venezuela, disse Trump, “até que possamos fazer uma transição segura, adequada e criteriosa”. O governo dos EUA não pode correr o risco de que outra pessoa assuma o controle do país, afirmou.

Acostumado ao luxo, Nicolás maduro vai ficar numa prisão chamada de ” horrível” pelos estadunidenses. A prisão no Brooklyn, a Brooklyn House of Detention (BHOD), tem sido objeto de escrutínio e relatos de condições difíceis, refletindo problemas sistêmicos maiores no sistema prisional de Nova York .

 

Ex-presidente da Venezuela

Questões comuns que frequentemente surgem em discussões e relatórios sobre o local incluem:

Superlotação: A prisão muitas vezes opera além de sua capacidade ideal.

Condições de vida: Relatos de infraestrutura precária, como sistemas de aquecimento e refrigeração inconsistentes, e problemas de encanamento, são frequentes.

Segurança e Pessoal: Preocupações sobre a segurança dos detentos e a adequação do número de funcionários para gerenciar a população carcerária também são levantadas regularmente.

Talvez a escolha ajude ao ex-ditador confessar e delatar os movimentos de recursos do narcotráfico Cartel dos Soles que abasteceu líderes e políticos latino-americanos de esquerda. Gustavo Petro da Colômbia, Ortega da Nicarágua e Castro de Cuba estarão nesta confissão. Inclusive o Brasil através do MST que administrava fazendas no estado de Barinas com recursos do governo. Não seria surpresa atingir políticos do Brasil.

Por Túlio Ribeiro

 

 

 

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