Lula se silencia diante das execuções de palestinos pelo Hamas e nem saúda libertação dos reféns

José Raimundo
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Não surpreende o silêncio de Lula e do PT diante das execuções públicas de – aí, sim – civis palestinos inocentes em Gaza, pelos terroristas do Hamas, desde que Israel iniciou a desocupação militar no local. Chamou Benjamin Netanyahu de genocida, e espalhou pelo mundo que os judeus estavam dizimando os palestinos, favorecendo o discurso de ódio e o crescimento do antissemitismo, inclusive no Brasil. Durante dois anos, o presidente brasileiro mentiu a respeito da guerra em Gaza e acusou Israel das piores atrocidades, incluindo o “assassinato deliberado de milhões de palestinos”, principalmente de crianças e mulheres inocentes.

Lula com uma fala muxoxa em que admitiu que “O Brasil tem problema com Netanyahu”, não teceu maiores comentários acerca do cessar-fogo entre Israel e o Hamas. Lula não felicitou a volta dos reféns israelenses, assim como jamais lembrou dos mesmos durante todo este período. Aliás, o presidente brasileiro jamais recebeu os brasileiros que escaparam dos atentados brutais de 7 de outubro de 2023. Nem todo palestino é terrorista do Hamas, mas todo terrorista do Hamas é palestino -, em verdade, apenas atacavam Israel.

Nesta semana o Hamas assassinou dezenas de palestinos, uma família inteira por acusação de serem aliados de Israel. Que o lulopetismo, historicamente, é aliado dos piores facínoras antissemitas como Mahmoud Ahmadinejad e Muamar Al Gadafi, e atua abertamente contra Israel – na ONU, por exemplo – é mais do que sabido.Contudo, os “humanistas do PT” sempre se esconderam atrás da propaganda dos direitos humanos e da defesa das minorias, ainda que, igualmente, sempre dessem as mãos a tiranos e ditadores mundo afora. A posição de Lula é pelo menos contraditória ao longo da história. O falso discurso humanitário ou pelo igualmente falso combate à corrupção, além da bandeira eleitoreira do combate à fome. Ele se aliou ao Irã, a ditadura de Maduro, dos castros em Cuba e da Nicarágua onde padres católicos estão presos, não existe coerência e sim oportunismo político.

Conclusivamente era de se esperar, o silêncio de Lula e do PT diante das execuções públicas de civis palestinos inocentes em Gaza, os terroristas do Hamas mataram seu povo mesmo depois do acordo de paz com Donald Trump.

 

Por Túlio Ribeiro

 

 

 

 

 

 

 

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