A política para o lulismo em São Paulo está embarelhada, muitos nomes e poucas cetezas de vitória. Neste contexto,o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que deve permanecer por mais algum tempo no comando do ministério a ‘pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)’. Argumentou, sem passar convicção, que precisa atender demandas diretas do Palácio do Planalto e concluir agendas consideradas estratégicas. A declaração foi feita nesta 3ª feira (10/2) ao meio de encontro com representantes do mercado financeiro, onde foi indagado sobre possível candidatura em 2026.
Já o presidente nacional do PT, Edinho Silva, reforçou a pressão do partido para que o ministro Fernando Haddad, da Fazenda, seja candidato ao governo de São Paulo nas eleições deste ano como parte do projeto de formar um palanque forte no maior colégio eleitoral do país para a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Isso, porque, Haddad tem demonstrado que não gostaria de se candidatar a um cargo eletivo, embora seja cotado para o governo do estado. Ele prometeu deixar o governo ainda neste mês para, em princípio, atuar na campanha de Lula.
“Toda vez que se debate São Paulo, claro que o nome do ministro Fernando Haddad é colocado como uma liderança capaz de representar o nosso projeto de São Paulo, capaz de defender o nosso projeto de São Paulo”, afirmou Edinho Silva em entrevista à GloboNews nesta terça (10).

Haddad afirmou que as conversas com Lula sobre o futuro político seguem em tom reservado e sem prazos definidos. “Nós estamos conversando, amadurecendo cenários. É fevereiro, está cedo para qualquer decisão”, disse. Ainda tentou , mesmo estourando a meta fiscal, com déficit público chegando 78% do PIB fazer a propaganda de militante. Segundo Haddad, Lula avalia de forma positiva os resultados econômicos obtidos no fim do governo. “O presidente está muito satisfeito com os indicadores que estão aparecendo no último ano. Nem as pessoas, nem a oposição imaginavam que nós chegaríamos a esse patamar”, concluiu. Mas está na indecisão política por uma eminente derrota, o recuo de Haddad.
Por Túlio Ribeiro