Lula promete mudar a constituição para incluir privilégio aos grandes artistas esquecendo a saúde e educação em crise

José Raimundo
2 Min Leitura

*Por Túlio Ribeiro

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Entre os integrantes da chapa de Lula no Estado, apenas a candidata ao Senado Benedita da Silva (PT) compareceu. O candidato ao governo, Eduardo Paes (PSD), e o postulante ao Senado Pedro Paulo (PSD) não foram ao evento. O prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere (PSD), representa a administração municipal.

Durante ato na Fundição Progresso, no Centro do Rio de Janeiro, uma emenda à Constituição para transformar as políticas culturais em política de Estado perene. O Brasil que já tem uma constituição inchada serve ao presidente Lula para incluir novos privilégios à classe artística que já se beneficia com a lei Rouanet.

Lula mantém na reta final diante do crescimento de Flávio Bolsonaro, promessas que repetem o populismo, como a picanha não entregue, remédios e insumos nos SUS, e até canetas emagrecedoras, esquecendo as filas por exames e operação no sistema público de saúde.

A promessa de mudar a constituição é apenas para angariar votos numa reeleição cada vez mais difícil.

Oficialmente, Lula mantém a bravata que é preciso criar mecanismos constitucionais para que a cultura não sofra alterações drásticas ou desmonte a cada alternância de governo, citando o impacto de gestões anteriores na área cultural.

FOTO: TÚLIO RIBEIRO

Colunista da Gazeta Hoje
Economista
Pós-graduação em História Contemporânea
Mestre em História Social
Doutor em Política para Desenvolvimento Estratégico (Geopolítica)

Auto do livro, O Caso Venezuelano(2016), e co-autor outros dois livros: A Integração da América Latina (Voume 1 e 2 – 2013-2014)

Graduação Economia UFBA
Pós graduação em contemporânea IUPERJ
Mestre em história PUC
Doutorado em geopolítica ( UBV Caracas

 

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