André Moura nega envolvimento com o escândalo do INSS e afirma que não é nem de direita e tampouco de esquerda

José Raimundo
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André Moura, pré-candidato ao senado da República, no grupo do governador Fábio Mitidieri, nega ter envolvimento com o escândalo do INSS – Instituto Nacional do Seguro Social. Moura falou que não conhece a pessoa, ouvida na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). O ex-deputado federal confirmou que vai ser convocado para ser ouvido na Comissão. “Se meu nome foi citado como indicação de alguém para um cargo no INSS, provavelmente, foi porque, eu como líder do PSC – Partido Social Cristão na Câmara Federal, coube a mim encaminhar o nome escolhido pelo partido”, esclarece Moura.

O nome do sergipano, citado por uma pessoa ouvida na CPI, afirmou que André Moura o indicou para uma diretoria no INSS. Uma quadrilha roubou mais de 6 bilhões de reais dos aposentados e pensionistas do Instituto. A Comissão Parlamentar de Inquérito está apurando, no sentido de punir todos aqueles que se envolveram na transação.

Durante todo o dia de hoje (11/11) André Moura concedeu entrevistas a vários radialistas e sempre dizia que, “se eu estivesse indicado, que não foi o meu caso, alguém para um cargo, não seria responsável moralmente por aquele indivíduo e, cada um responde pelos seus atos” disse o ex-deputado.

VICE

Moura desmentiu o boato de que seu nome estava sendo cogitado para ser o pré-candidato a vice do governador Fábio Mitidieri, ano que vem. “Meu compromisso com Fábio é para o senado e, sou o titular da posição, o outro pré-candidato, a definir pelo governador, será o reserva”, conta ele.

Um ouvinte perguntou a André: “como você apoia o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), que é de direita e aqui em Sergipe está com Fábio Mitidieri, que vota em Lula. Você é de direita ou de esquerda?” Moura respondeu categoricamente: “Não sou de direita, muito menos de esquerda, voto nos projetos que forem bons para o povo e, principalmente, para os sergipanos.

No cenário político atual, o eleitor quer ver posição, lado. Hoje, não existe meio termo. Ou você defende as pautas conservadoras – democracia – ou as pautas comunistas – ditadura-. Já foi provado que, por onde o comunismo passou, devastou o país, porém, quando o conservadorismo reina, o povo prospera.

Por Raimundo Feitosa, jornalista diplomado e editor-chefe da Gazeta Hoje

 

 

 

 

 

 

 

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