A COP 30 foi um grande fracasso, nem o Uruguai que é governado por aliado de Lula da Silva mandou representante. Na COP 26 na Escócia foram 126 países, na COP 27 no Egito, 102 países, na COP 28 em Dubai 139, em Baku no ano passado 61, e no Brasil apenas 31; vale destacar que Inglaterra se negou á doara, e China, Índia, EUA, e Rússia não mandaram ninguém de representatividade. Enquanto o governo Lula torrou dinheiro e queimou óleo diesel, um refrigerante custava 30 reais. A arrecadação foi péssima. Portugal teve o desplante de doar um milhão de euros. Se Lula queria ser líder do sul global, deve ter desistido de vez.
Mas foi pior ainda, Lula desmatou para apenas coloca uma estrada para servir a COP, sem função estrutural nem apoiar algum grande efeito. E isto chamou atenção dos EUA, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano) declarou domingo (9.nov) em uma publicação na sua rede social, Truth Social, que a construção de uma estrada em Belém (Pará), sede da COP30 (30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima), “virou um grande escândalo”. Trump escreveu: “Devastaram a floresta amazônica no Brasil para construir uma rodovia de 4 faixas para os ambientalistas viajarem”.
Trump ironiza ambientalistas e diz que obra em Belém virou “grande escândalo”. Na postagem, o republicano compartilha um vídeo de um programa da “Fox News” no qual o comentarista Charles Hurt conversa com o editor executivo do portal “Climate Depot“, Marc Morano. Morano está em Belém desde 6 de novembro, e se autodeclarou o representante “não oficial” dos Estados Unidos na cúpula. Esta é a 1ª vez desde 1992 que os norte-americanos não enviam delegações ao encontro. Segundo Morano, 100 mil árvores foram desmatadas para construir uma rodovia em Belém. Ele afirmou que a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, “se gabou” de que a rodovia “de 4 faixas” conseguiu “amontoar o máximo possível de pessoas para demonstrar como o Brasil está salvando a floresta amazônica”. O editor disse que a rodovia “atravessou a floresta amazônica, que eles tentam salvar há décadas,” para receber “todas as limusines, SUVs e jatinhos particulares”. Ele declarou que a cúpula está “se tornando um desastre”. Afirmou, ainda, que “não tem como deixar mais claras as prioridades dessas pessoas”.
A abordagem de Morano e Trump referem-se à construção da Avenida da Liberdade, em Belém. O projeto de 14 km de extensão havia sido anunciado em 2020, e seria entregue até outubro deste ano. A obra não recebeu financiamento do governo federal. Ficou pronta para a COP30. Em agosto deste ano, o governador Helder Barbalho (MDB) visitou as obras e afirmou que a via seria “uma grande solução de mobilidade e qualidade de vida para toda a região”. De acordo com o governo estadual, foram projetadas 34 passagens de fauna para animais silvestres.
As declarações de Trump vieram um dia depois de o secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, classificar a COP 30 como uma conferência “prejudicial e equivocada”. Em entrevista à Associated Press, Wright afirmou que o evento “é essencialmente uma farsa” e “não é uma organização honesta buscando melhorar a vida humana”. E continuou “Posso até comparecer à próxima edição, apenas para levar um pouco de bom senso”, ironizou o secretário.
A Casa Branca confirmou que os Estados Unidos não enviarão representantes de alto escalão à conferência, justificando a decisão com argumentos econômicos. Segundo comunicado oficial, o presidente “não colocará em risco a segurança econômica e nacional do país para perseguir metas climáticas vagas”.
Por Túlio Ribeiro