Lúcio Flávio deixa a presidência municipal do PL e causa reboliço na política de Sergipe

José Raimundo
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*Por Raimundo Feitosa – Jornalista

Lealdade, ética e posição. É assim que o ser humano deve se comportar durante sua passagem pelo planeta terra. Em todos os sentidos, o comportamento deve ser um só. Na política, como é público, a vigilância deve ser ainda mais rigorosa. A maquiagem, em outros tempos – antes das redes sociais – era praticada sem nenhum pudor. Hoje, está bem diferente. Dito isto, o vereador Lúcio Flávio renuncia ao cargo de presidente municipal do diretório do PL e, causaram várias indagações: foi pressionado? Foi da sua própria decisão? Tomou um posicionamento?

A imprensa sergipana – na sua maioria esquerdista – colocou fogo na fogueira. Mas, o próprio Lúcio Flávio fez questão de explicar: “Estou deixando a presidência municipal do PL, mas, continuo filiado ao partido”, esclarece o vereador, acrescentando que viu dois grupos de direita se dividindo e, optou por um dos lados.

Lúcio Flávio conta que as partes entenderam sua posição. Porém, a presidente estadual do PL, a vereadora Moana Valadares, disse que: “Cada um vai dar conta dos seus atos, contudo, espero que Lúcio seja coerente com a proposta do partido, defendendo as pautas da direita e seguindo a orientação do nosso líder maior.

Moana Valadares deixou claro em suas palavras, que o vereador deve sim, segui votando nos candidatos do PL e, em Sergipe tem o pré-candidato ao governo, Ricardo Marques e Flávio Bolsonaro pré-candidato à presidência da República.

GRUPO

Lúcio Flávio foi eleito vereador de Aracaju, pelo grupo de direita, que tinha a prefeita Emília Correa, Rodrigo Valadares – deputado federal -, Edvan Amorim, Eduardo Amorim entre outros, tudo junto. Com o rompimento do deputado com a prefeita, Lúcio não se definiu, agora, mostra que seu lado é o da prefeita.

CONCLUSÃO: Meus amigos, política é assim mesmo. Contudo, o político deve sim, ter posição e coerência na sua decisão. Cabe, então, ao eleitor observar os fatos. Um politico que diz uma coisa e pratica outra, não é de confiança. O povo deve ser exigente com os “seus empregados” e seguir cobrando lealdade, ética e posição. Agora, o que você acha dessa decisão do vereador Lúcio Flávio?.

 

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