*Por Raimundo Feitosa – jornalista
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Este ano, como é sabido, tem eleições para presidente da República, Senadores, Deputados Estadaduais e Federais, além de goverrnadores. Cada Estado elege dois senadores. Porém, o cargo mais importante, depois de presidente é o de senador. O Brasil está vivendo uma crise sem precedentes na política, moralmente, corrupção, sem contar que a inflação sobe, o povo sem poder de compra, violência crescendo, judiciário sem credibilidade, a população endividada, enfim, um caos na vida dos patriotas.
Vivemos numa falsa democracia, onde a perseguição pende apenas para um lado – o da direita -. O Supremo Tribunal Federal (STF) é a força máxima do país. Ele, através de decisões monocráticas, decide a vida de todos, como estamos presenciando, com o próprio ex-presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, quando Messias está preso, sem provas, e o pior, em casa, domiciliar, com tornozeleira e, sequer, tem o direito de receber visitas da própria família, a qualquer hora, tem data e horário e quem vai visitar. Tudo isso, através de apenas um ministro da corte.
SENADO
Depois da corte, o único que pode regulamentar, de fato, uma democracia, é o Senado da República. Agora, tem que ser pessoas indôneas, éticas, sem máculas, para exercerem a função com maestrias e fazer funcionar o Congresso, porque hoje, os que ali estão, são poucos com estes adjetivos. Na verdade, na sua maioria não tem este perfil e, “se coloca de joelhos” não representando o povo que o elegeu.
Portanto, quanto mais eleger senadores éticos e homens de bem, haverá justiça nesta Nação. Em Sergipe, por exemplo, os três senadores que estão “representando” os sergipanos, passam longe de exercerem, verdadeiramente, suas funções. Eles estão atrapalhando, infelizmente, a democracia.
Trazer verbas para o Estado é bom, por causa das emendas, porém, não é só isso que o povo prescisa. Tem que fazer valer a decisão do Senado, com pautas que tragam segurança para o cidadão. Barrar, através de leis, decisões monocráticas. Seguir fielmente a Constituição e não deixar o STF, fazer leis, derrubar decisão do Congresso e mandar em tudo como se fosse um poder único. A escolha de bons nomes para o senado é muito importante para a democracia brasileira. Caro eleitor e leitor, o que acha disso?