Autor das frases; “perdeu mané, nós derrotamos os bolsonaristas e eleição não se ganha, se toma”, o agora ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Roberto Barroso, deixa a suprema corte, após 12 anos e fecha seu ciclo com chave de ouro: vota a favor do aborto. Votação típica das pautas da esquerda e de um bom esquerdista, para não dizer comunista. A conclusão é de suas ações, principalmente, ao se despedir do órgão público.
O artigo 5º da Constituição Brasileira, na sua Cláusula Pétrea diz respeito ao começo, com direito a vida. No artigo 2º do código civil, diz que são garantidos os direitos a nascituro. O ex-ministro saiu coerente com suas convicções. Ele sempre foi dito como “progressita”, para ajudar os valores da sociedade brasileira, fingindo que as leis e a Constituição não existem. Barroso saiu triste, cabisbaixo, uma saída melancólica.
Veja o que disse a Gazeta do Povo: Em seu último dia como ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso decidiu, na última sexta-feira (17), votar na ADPF 442 – ação apresentada pelo PSOL em 2017 -, que pede a descriminalização do aborto no Brasil até a 12ª semana de gestação. Não mais ocupando a presidência da Corte, Barroso pediu ao novo presidente, Edson Fachin, uma sessão virtual extraordinária para registrar seu voto simbolicamente como seu último movimento como membro do Supremo. Fachin aceitou o pedido e pautou a ação.
Por Raimundo Feitosa, jornalista diplomado e editor-chefe da Gazeta Hoje