André Moura deixa dúvidas sobre a reciprocidade do governador Fábio Mitidieri

José Raimundo
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André Moura, ex-deputado federal, (UB) deixa dúvidas sobre a reciprocidade do governador Fábio Mitidieri, quanto ao apoio a sua pré-candidatura ao senado da República. Falando para uma rádio do interior sergipano, Moura não quis polemizar, mas, esclareceu que o seu grupo – União Brasil -, fechou com Fábio Mitidieri. “Todos os prefeitos do ajuntamento, foram unânimes, com exceção do prefeito da cidade de Carmópolis, Welber Andrade Leite, mais conhecido como Edi Leite. “Espero que Leite repense sua decisão”, esperança de Moura.

Perguntado se Fábio Mitidieri tem correspondido com sua pré-campanha ao senado, André Moura não quis afirmar e tampouco desmentir. Diante dessa resposta do ex-deputado, deixou no ar uma dúvida, que não ficou esclarecida para o povo sergipano, que é dono dos votos. O governador já anunciou seus dois pré-candidatos ao senado: André Moura e Alessandro Vieira.

Diante das divergências no agrupamento, André Moura foi claro, quando afirmou que o governador Fábio Mitidieri não consegue manter a unidade do grupo da situação. Um exemplo disso, é que o prefeito de Lagarto Sergio Reis, vota em Alessandro e Rogério Carvalho, o que foge, categoricamente, do acordo do grupo.

– Meu diálogo continua com o governador Fábio Mitidieri. Entendo que alguns ajustes são necessários para o andamento tranquilo do agrupamento. Até aqui está tudo bem, porém, espero que continue dessa forma para alcançar nossos objetivos – comenta o presidente estadual do União Brasil.

Com relação ao apoio que Fábio fala que vai dá ao presidente Lula, André Moura contou que isso não lhe causa preocupação, porque o governador disse que o espaço que a chapa dele tem é para presidente. Dando a entender que os dois senadores já estão consolidados e que não há mais volta.

Na verdade, meus amigos, é que politica tem de tudo. Não há fidelidade partidária e, tampouco pessoalmente. Os homens que fazem a política agem dessa forma, – com raríssima exceção -, o que não é normal na vida de qualquer cidadão. Por conta disso, é que este ano, de eleição, o povo saiba votar em pessoas idôneas, que tenha palavra, antes mesmo de entrar na política partidária.

Por Raimundo Feitosa, diretor de jornalismo da Gazeta Hoje

 

 

 

 

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