A megaoperação realizada esta semana no Rio de Janeiro, das policias militar e civil, que resultou em quatro militares mortos, contra mais de 120 bandidos tombados, traz uma reflexão em todas as áreas da vida. Mais da metade da população brasileira aprova o ato que, o governador do Rio, Cláudio Castro (PL), cresceu em sua rede social consideravelmente. O direito de ir e vir do povo é garantido na Constituição Brasileira, o que não está acontecendo no complexo do Alemão e Penha, porque várias barricadas têm na localidade. A vida é uma escolha: bem ou mal.
A Bíblia ensina que cada indivíduo é livre para escolher entre o bem e o mal, um conceito conhecido como livre-arbítrio. A passagem mais conhecida sobre isso está em Deuteronômio 30:19, onde Deus afirma: “Hoje tomo o céu e a terra como testemunhas contra vocês, que lhes propus a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolham, pois, a vida, para que vivam”. Essa escolha tem consequências: a obediência aos mandamentos leva à vida e à bênção, enquanto a desobediência e a idolatria levam à destruição e à morte.
Foi justamente o que aconteceu com dois jovens, que foram mortos nesse confronto com a polícia. Um vídeo visualizou na internet, com um depoimento de uma moça, que conta a história dos seus manos. Ela disse que seus pais, obviamente, moram em uma dessas favelas. Dava de tudo aos seus dois filhos. “Não faltava nada, comida, roupa, entre outros”, porém, seus herdeiros não quiseram.
Continuando, a moça conta que, quando eles eram menores, que caiam nas delegacias, por uso e tráfico de drogas, seu pai pagava fiança e soltavam eles. Quando ficaram maiores, na delegacia já era diferente. Seu genitor dava conselhos, mas, os meninos não queriam saber e cada vez maia entravam mais fundo no narcotráfico.
VITIMAS DA SOCIEDADE
Dentro do seu testemunho, a irmã dos seus irmãos, agora mortos, afirma que eles não são vítimas da sociedade, e sim, das escolhas que eles fizeram. “Vítimas da sociedade é minha mãe e meu pai, quando muitas vezes ou quase todas as vezes choravam em ver seus filhos presos, sabendo que seus fins eram a morte ou permanecerem em presídios.
Conforme o depoimento da jovem, seus irmãos optaram por essa vida. Eles já sabiam que o caminho do crime é a cadeia ou o cemitério. “Meus irmãos tinham conhecimento disso, porém, não queriam mudar de vida. Foi uma escolha deles”, conta ela, acrescentando que na favela existem também pessoas de bem que têm suas vidas pautadas no trabalho, estudo e sendo um bom cidadão ou cidadã.
Por Raimundo Feitosa, jornalista diplomado e editor-chefe da Gazeta Hoje