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Texto: CNBC/Times Brasil
A nova pesquisa do segundo turno da Gerp Mercadologia, realizada entre os dias 8 e 12 de outubro de 2026, indicam que o senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera a corrida para o segundo turno da eleição presidencial com 55% dos votos válidos, contra 45% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os votos totais registram 53% a 44% para o candidato do PL.
Com uma margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e base de 2.400 entrevistas, a vantagem de 9 pontos percentuais em favor de Flávio encontra-se acima da margem de erro.
O levantamento aponta que a decisão do eleitorado apresenta alto grau de consolidação. 94% dos eleitores afirmam que o voto está totalmente definido, deixando margem de apenas 5% a 6% de eleitores maleáveis dentro dessas bases. O eleitorado total considerado “em jogo” — que engloba indecisos e eleitores com voto passível de mudança — soma 9%.
No voto espontâneo — quando o eleitor manifesta sua preferência antes de ouvir a citação dos nomes pelos entrevistadores —, Flávio Bolsonaro pontua com 50% contra 40% de Lula.
A propaganda eleitoral gratuita, que alcança 54% do eleitorado, é avaliada de forma favorável ao candidato da liderança. Entre os 1.255 entrevistados que afirmam assistir aos programas e inserções na televisão, 52% consideram que Flávio faz a melhor campanha, enquanto 42% apontam que a campanha lulista é melhor.
No quesito de expectativas e percepções gerais do eleitorado, independentemente da escolha individual de voto, 59% dos entrevistados acreditam que Flávio Bolsonaro vencerá o pleito, contra 35% que apostam na vitória de Lula. Além disso, 50% avaliam Flávio como o candidato mais preparado para governar, comparado a 43% que atribuem tal preparo a Lula.
Indicadores de contexto e rejeição
Os índices de rejeição mantêm-se estáveis no período de medição. A rejeição a Flávio Bolsonaro registra 42%, enquanto a taxa de rejeição associada a Lula atinge 53%. A desaprovação à atual gestão da Presidência da República atinge em 49%.
Para a parcela de 9% do eleitorado que ainda se mantém em aberto, as preocupações prioritárias que influenciam a decisão de voto concentram-se em áreas críticas de políticas públicas e economia:
Violência, falta de segurança e policiamento: citados por 41%;
Corrupção: 20%;
Falta de médicos e profissionais de saúde: 19%;
Custo de vida muito alto: 17%;
Falta de hospitais e postos de saúde: 17%.