Uma pesquisa realizada terça-feira 16 pela Genial/Quaest aponta a liderança da direita no Brasil e, se as eleições fossem hoje, Flávio Bolsonaro seria eleito presidente da República. Na amostra, o presidente Lula está na frente de todos os candidatos que se apresentam, a exemplo do Romeu Zema, Ratinho, Caiado e o próprio Flávio Bolsonaro. Contudo, quando somados todos os votos da direita, supera o Lula e ganha as eleições.
O nome do Flávio Bolsonaro vem crescendo nas pesquisas. Flávio saiu dos 12% para os 17%, sem fazer campanha. De acordo com a amostra, o nome do Flávio aparece na frente de todos os de direita. As eleições do ano que vem ainda há uma incógnita, quando se trata de candidatos. Nos bastidores, há dúvidas sobre Lula disputar o pleito.
O ministro da Fazenda, Fernando Hadad, está deixando a pasta em fevereiro do próximo ano. Tem indícios de que Hadad pode ser o candidato da esquerda, porque Lula, quando cair nas pesquisas e rejeição altíssima, ele desiste, para não sair da politica derrotado e sim, de cabeça erguida. Do lado da direita, Flávio Bolsonaro pode dá a vaga para o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Na política, tudo pode acontecer.
COMEMORAÇÃO
É fato que a esquerda comemorou o anúncio do nome do Flávio Bolsonaro para disputar com Lula. Os canhotos achavam que o nome do filho 01 do Bolsonaro era fraco e não tinha expressão nenhuma. Depois das pesquisas, a situação ficou desesperada com o crescimento dos bolsonaristas e da direita.
O centrão já avisou que vai apoiar o Flávio Bolsonaro, porque sabe que o Lula e o petismo estão desfiando. Além disso, Flávio tem uma boa oratória, sabe o que está falando e penetra facilmente na consciência do povo e responde todas as perguntas nas entrevistas.
NOTA
BR 101
O senador Rogério Carvalho (PT/SE) prometeu que o Governo Federal até maio do ano que vem, vai concluir as obras da rodovia Br-101, que arrasta mais de 30 anos em solo sergipano. Você acredita?
IGUÁ
Moradores da cidade de Nossa Senhora das Dores estão na bronca com a Iguá, empresa responsável pela distribuição de água em Sergipe. “Tem até duas semanas sem uma gota de água nas torneiras”, denunciam.
Por Raimundo Feitosa, jornalista diplomado e diretor de jornalismo da Gazeta Hoje