Prefeitura de São Cristóvão continua maltratando os pacientes do município

José Raimundo
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O Ativista Shalom vem a público denunciar o caos na saúde pública de São Cristóvão. Ele disse que na semana passada, foi ao centro de especialidade do munícipio, para fazer uma consulta com um oftalmologista. “Chegando lá, para a minha surpresa, a médica estava de licença. Mesmo assim, a profissional da saúde não avalia e tampouco faz uma consulta ao paciente”, conta o Shalom, acrescentando que a médica apenas avalia se o paciente está com glaucoma ou catarata e encaminha para o Estado fazer o procedimento cirúrgico.

– O que adianta contratar um profissional de oftalmologia e colocar em um centro de especialidade só para dizer que tem?. No momento que o usuário precisa de uma consulta ou uma orientação, não existe. Este é o momento de criticar, porque vou ter que desembolsar R$ 200,00 para fazer uma consulta particular – comenta o Ativista Shalom.

De acordo com o denunciante, é isso que os políticos fazem com a população de São Cristóvão: querem apenas os votos e, em contrapartida é isso: descaso com a saúde pública para privilegiar as clínicas particulares, que estão chegando aqui na região. “O número de clínicas está aumentando e eu pergunto: por quê e respondo, porque os gestores permitem que isso aconteça como se não cumprisse os papéis em desenvolver políticas públicas, visando diminuição de risco da saúde da população em todas as áreas.

Para o Shalom, o centro de especialidade é apenas uma fachada. Tem que funcionar na sua plenitude e na sua íntegra, para que quando o paciente necessitar, tenha acesso livre, sem ter que ir necessariamente ao particular. “Lamentável essa situação. A minha nota de repúdio revolta”, coloca o Shalom.

Por Raimundo Feitosa, jornalista diplomado e diretor de jornalismo da Gazeta Hoje

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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